Os heróis fazem-se quando as oportunidades surgem. Jeremy Lamb teve o seu momento, deu tudo o que tinha e entrou diretamente para a história da modalidade com um dos mais incríveis cestos de que há memória.
Cesto inacreditável!!
Estavam a jogar-se os últimos segundos da partida dos Hornets contra os Raptors quando a bola lhe chegou às mãos. Os Hornets estavam a perder 112 para 114 o seu destino parecia estar traçado.
Foi então que, mesmo estando depois da linha do meio campo, num gesto de inspiração divina, disparou um míssil que foi direito ao cesto! Os adversários nem queriam acreditar.
A polícia de intervenção búlgara foi atingida por gás pimenta, num protesto em frente ao parlamento, em Sofia, quando não tiveram em consideração a direção do vento no momento do lançamento de uma bomba de gás pimenta.
Os agentes da autoridade tentavam dispersar uma multidão de manifestantes e um deles lançou uma bomba de gás pimenta, cujo spray acabou por atingir a barricada policial devido ao vento.
As autoridades foram obrigadas a retirar-se, sendo as imagens do incidente a serem difundidas pela televisão búlgara, com os agentes a esfregar os olhos e deitar água no rosto, numa tentativa de minimizar os efeitos do gás.
Com base na experiência de utilização do Google Flights, a Google acaba de revelar truques para os passageiros conseguirem viagens mais baratas.
Chegámos a março e estamos com a ideia de que a passagem de ano foi ontem, mas na verdade começa a ser tempo de pensar nas próximas férias de verão.. E se as agências de viagens muitas vezes têm propostas de nos fazer perder a cabeça, na realidade é na internet que a maioria dos viajantes reserva os seus voos e hotéis. E quem é que conhece a internet melhor do que ninguém? O Google, claro.
Na tentativa de dar uma ajuda a todos aqueles que programam as suas viagens na internet, o gigante americano decidiu dar umas dicas para que os viajantes possam economizar alguns euros na compra da próxima viagem.
Os preços das viagens caem uns dias antes da partida
De acordo com o Google a reserva de um voo, principalmente se fôr para um fim de semana prolongado em que a procura dispara, deve ser comprado precisamente 21 dias antes da partida, altura em que, de acordo com o histórico, as viagens atingem o seu preço mais baixo.
Se não conseguir reservar com uma antecedência tão grande, nove dias antes da partida do voo também é possível que consiga pechinchas que podem chegar a 57% de redução face ao preço mais elevado do voo.
Através do Google Flights é possível pesquisar preços de voos e reservar diretamente no site da companhia aérea. Foto de Cláudia Paiva
As segundas são os melhores dias para voar
Voar numa segunda- feira, diz o Google, pode ser mais barato 31% do que voar no domingo, por isso aqui o conselho é simples. Adie o seu voo de regresso em um dia. Fica com umas férias um pouco maiores e ainda poupa uns euros.
Evite as grandes cidades
Se está à procura de um destino e ainda está indeciso, evite as grandes metrópoles. Em primeiro lugar vai ficar surpreendido pela positiva e ao viajar para aeroportos menores os voos podem ficar mais baratos. No que diz respeito aos hotéis, a poupança por noite pode fixar-se em 30% face às unidades de maior dimensão.
Entre nas tendências
Para que se preocupe apenas em desfrutar da sua viagem e relaxar, a Google apresentou ainda uma nova ferramenta que lhe dá informações completas para várias épocas do ano. Desta forma consegue ver em conjunto preços de voos e hotéis, reservando-os de forma fácil e intuitiva. Depois disto é só fazer as malas e embarcar.
Era mais um dia de ecografias para Mónica Vega, que se preparava para ter o terceiro filho, numa altura em que estava a poucas semanas do parto.
No exame a mulher descobriu que a sua bebé estava a desenvolver no seu abdómen um feto menor, com um cordão umbilical próprio e com líquido amniótico, como conta o site espanhol 20 Minutos. Estavam perante um caso de fetus in fetu, quando o corpo de um bebé se desenvolve dentro de outro que está a crescer normalmente.
Este caso, é um fenómeno muito raro, conhecido também como “gémeo parasita”, que ocorre a cada milhão de nascimentos, e normalmente só se consegue detetar no pós-parto.
Contudo, desta vez o caso foi descoberto quando o bebé ainda estava no útero da mãe, tornando-se assim um caso único no mundo.
Com 37 semanas, Monica Vega foi submetida a uma cesariana, para evitar que o feto se desenvolvesse e afetasse os órgãos da bebé.
Depois de nascer, a recém-nascida foi submetida a uma pequena cirurgia para retirar o feto formado, que não tinha extremidades, cérebro ou coração.
Segundo os estudos, o caso aconteceu porque a célula dos gémeos deve ser dividida após a primeira semana, para que tudo esteja normal.
Se isto ocorrer na segunda semana, as crianças que se formarão serão siamesas, contudo, desta vez, ocorreu ao 17º dia, o que fez com que a menina abrigasse o que seria o seu irmão gémeo, no próprio ventre.
Esta segunda-feira, dia 18 de Março, as quatro candidatas do programa Quem Quer Casar com o Meu Filho?, mudaram-se para a casa dos respectivos pretendentes.
Na casa de André o ambiente ficou muito tenso entre Sónia e Tânia, tudo porque a stripper quis saber a razão de Tânia ter andado a espalhar rumores.
“Tânia, não sou otária! Tu disseste que me davas na cara! Eu não sou otária! Andas a criticar os meus conteúdos!!” disse Sónia, referindo-se obviamente aos seus implantes de silicone. “Tu és toda de plástico e eu sou verdadeira!” respondeu Tânia que deixou Sónia de cabeça perdida: “Mas paguei-os, car****, paguei-os!! Eu passo-me!!! ‘Tou-me a passar! Quem lhe dera a ela ter os meus conteúdos. Fico contente! Adoro“
Em pequeno querias ser astronauta, mas agora és um comercial de embalagens industriais que passa a vida a trabalhar e a preparar marmitas.
É muito inteligente", comentavam. "Este miúdo vai longe", diziam os professores aos teus pais quando iam às reuniões. "Tem muita imaginação, sabe resolver os problemas que se lhe apresentam e participa muito nas aulas". Tu estavas ali sentado, ao lado dos teus pais, tímido, a ouvir todos estes elogios, a acreditar que algum dia podias até chegar a ser astronauta, estilista ou polícia local.
São sete da manhã. Toca o despertador. Só dormiste seis horas e quarenta minutos, porque ontem ficaste a ver Better Things até à meia noite e picos. Aliás, esses minutos entre lavares a louça do jantar e ires dormir, são os únicos instantes de gozo e prazer que tens no teu dia. Apenas esses minutos podem conter as paixões que fazem com que a tua vida valha a pena ser vivida, aí comprimem-se os teus hobbies, os teus projectos e esperanças. São só duas horas, mas são a tua vida.
Estás completamente encurralado. De manhã não podes fazer nada, porque acordas, tomas banho, comes uma torrada com fiambre "fatias finíssimas" e sais de casa para te enfiares num tubo que se mexe muito rápido debaixo do solo e te deixa ao pé do trabalho, mediante o pagamento de um passe de viagens caríssimo. Depois passas oito horas a trabalhar, às quais tens de somar uma pausa de uma hora para comeres o que for que tenhas levado no teu tupperware, enfim, um total de nova horas longe de casa.
Ao terminar o teu horário laboral, regressas a casa a matutar sobre o que é que vais meter no tupperware do dia seguinte. É nisto que pensas enquanto te seguras à barra de metal que te proporciona estabilidade dentro do metro e olhas para todas as caras cansadas que te rodeiam, caras como a tua. Por fim, decides fazer salmão no forno, mas dás-te conta que não tens nem endro nem batatas para o acompanhamento, por isso decides passar pelo supermercado para comprar isto e mais quatro merdas. De repente, são sete da tarde e estás, finalmente, em casa.
Parece que agora te sobra muito tempo para fazer coisas, como escrever essa autobiografia que começaste há que tempos e que intitulaste de Mais Alto que as Pirâmides, até teres dado por ti com um bloqueio criativo logo na página 12. No entanto, sabes que tens que fazer o jantar dessa noite e, para além disso, o tupperware de amanhã – o tal salmãozinho no forno, bem bom – por isso olha, que caraças, começas é já a cozinhar apesar de serem só sete e vinte da tarde – quando chegas a casa vais sempre directo à casa-de-banho e cagas enquanto fazes uma ronda pelo Instagram, o que demora 20 minutos, às vezes até 30, por isso agora já são sete e vinte, não as sete em ponto que eram quando chegaste a casa. Enfim, realmente não tens assim tanto tempo.
Começas a aquecer o forno, cortas as batatas bem finas, a cebola e dois dentes de alho. Tiras o salmão do frigorífico. Tem boa pinta o sacana. Deitas um fio de azeite na travessa de vidro que vai ao forno, metes os vegetais e o salmão, com um pouco de sal a gosto. Deixas uns 15 minutos lá dentro e depois pões um pouco de endro – esse que compraste à tarde – em cima do salmão. Depois deixas mais 10 minutos e desligas o forno sem tirar de lá a comida. Bem, o "tupper" para o dia seguinte já está quase.
São oito e meia da noite. Enquanto fazias o salmão no forno, começaste a ferver um pouco de água para preparar uns legumes para jantar, um pouco de brócolos com algumas batatas que te sobraram do salmão. Bebes uma cerveja enquanto pensas no segundo prato do jantar. Tens umas rodelas de pescada que precisam de ser comidas, por isso lava-las e deixas a escorrer. Tiras o salmão do forno, para não ficar seco e deixas esfriar um pouco, dizem que meter coisas quentes num tupperware não é muito recomendável, usam até o adjectivo "cancerígeno". Pões os legumes em água a ferver e, no entretanto, lavas o tupperware desse dia para lhe meter o salmão dentro. Aproveitas e lavas também os pratos e copos do pequeno almoço, que tinhas deixado desarrumados quando saíste para trabalhar.
Bem, são nove menos um quarto. Quase que já está tudo pronto. Pões a mesa e acendes a televisão para ver as notícias da TV3 [canal público catalão], que começam às nove em ponto, há que estar informado; neste mundo mais vale estar informado porque, caso contrário, vão-te lixar por todos os lados, dizes a ti próprio. Às nove e um quarto, os legumes estão feitos. Escorres e pões azeite a aquecer numa frigideira, enquanto isso cobres a pescada de farinha para a fritares de seguida. Enquanto cozinha, serves os legumes, com um pouco de azeite e sal, um pouco de pimenta também; às vezes, há que apostar nas sensações fortes.
Acabas de jantar às dez menos um quarto, está a dar a meteorologia na televisão. Parece que no fim-de-semana vai estar sol. Levantas a mesa e pões-te a lavar tudo o que usaste: a panela, a frigideira, os pratos, tudo isso. Às 10 já está tudo pronto. Pegas no salmão, já mais frio e mete-lo no tupperware, depois no frigorífico, pronto para amanhã. Bem, já não tens nenhuma obrigação, agora já tens todo o tempo do mundo. Todo-o-tempo-do-mundo. Deitas-te na cama e ficas a navegar pelo Facebook, a ver as notificações e a que eventos queres ir durante o fim-de-semana. Nesta nossa vida já não há tempo para fazer as coisas que tanto desejamos, porque as redes sociais nos distraem constantemente, esses instrumentos de despiste que, com os seus cantos de sereia do voyeurismo e satisfação rápida (os likes), nos comem os minutos.
Não tardas muito a começar a ver outro episódio de Better Things. Chega a meia-noite e gostavas de ver mais um episódio e acabar a temporada mas, caraças, também não podes esticar muito mais estas sessões nocturnas, porque no dia seguinte tens que levantar-te às sete e convém que tenhas dormido para poderes trabalhar bem, não queres passar o dia a dormir em pé com o cérebro meio disfuncional. Por isso, pousas o portátil no chão e apagas a luz. Isto é a tua vida. Dás-te conta, enquanto observas a escuridão, o inobservável, que o teu dia está limitado a isto, trabalhar e preparar comida. Todos os dias da tua vida.
E assim vais adiando da vida real o que realmente desejas, deixando para um futuro incerto tudo aquilo que efectivamente te completa, sobrevivendo com o teu ordenado e horário sufocante; com esse trabalho que te oferece uma retribuição mínima e um sustento básico. Um trabalho que vai ocupar grande parte das tuas horas e ideias e te impede de te concentrares naquilo que verdadeiramente queres fazer – Mais Alto do que as Pirâmides. Um trabalho que vês como temporário – tal como temporários são os contratos -, porque ainda anseias de forma masoquista o cumprimento dos teus sonhos e paixões – podias ter sido um cabrão de um astronauta -, trabalhos que consolidam esta cultura da miséria e da mediocridade. Até lá, só "tuppers" e trabalho.
Diziam que "eras muito inteligente" e que "ias longe". Acreditavas que podias chegar a ser polícia ou estilista. Ou até astronauta. Foda-se, um astronauta. Afinal, és um comercial de embalagens industriais que passa a vida a trabalhar e a preparar tupperwares. Tal como toda a gente, mais ou menos. E, no fundo, não faz mal, porque também ninguém quer saber.
Determinação é o que não falta a este pequeno cão que superou todos os obstáculos quando quis entrar em casa. Ao ver que a janela de acesso à casa estava fechada, o cachorrinho não descansou enquanto não a abriu.
Após vários saltos, ele finalmente conseguiu agarrar o puxador da janela com os dentes, e com as patas traseiras empurrou-a o suficiente para deixar uma pequena abertura.
Depois foi só saltar novamente para o chão e passar pelo espaço aberto.
Como olha para este objeto que passou a ser quase uma extensão de nós?
Acaba por ser como um órgão que nos falta para estar em contacto com o que não está perto. Podemos falar, ter notícias, receber um conjunto de estímulos e imagens que acabam por preencher uma dimensão virtual, mas que é também psíquica, que dantes ocupávamos mais em termos de imaginário. Deslocamos para o telemóvel essa dimensão e ele acaba por ter essa função alienante, coloca-nos fora do aqui e do agora. Está ao alcance da mão aceder a uma dimensão alternativa que substitui o presente, que de alguma forma é sempre lacunar.
Vê mais perigo ou mais vantagens?
A questão passa por saber até que ponto esse grau de alienação é manejado de forma mais ou menos adequada por cada um de nós. Há sempre um risco de dependência, de viciação.
Qual é a fronteira entre o normal e o patológico?
É quando deixamos de investir no laço emocional com quem está junto de nós, com a família, com os amigos, com as pessoas com quem trabalhamos diretamente. Diria que quando esse laço se desfaz e passamos só a estar ligados no virtual, aí é um sinal de alarme.
E não conseguir esperar que a refeição acabe para ver uma notificação?
É problemático, claro. A intrusão deste objeto mágico e o fascínio que ele pode exercer sobre as pessoas – e sobretudo sobre as crianças, e quando as pessoas não têm limites impostos pela relação dos outros – podem ser difíceis de controlar. Agora houve um caso que parece quase caricatural, de o Casillas ter sido excluído de ser titular da baliza do Porto pelo uso indevido do telemóvel. É evidente que um jogador de futebol, quando está a jogar, não pode usar o telemóvel. Mas durante a maior parte da vida, as pessoas ou têm o telemóvel no bolso ou têm-no à mão e podem usá-lo sem que esse limite seja colocado. O limite vem muito dos outros, desta ideia de que, socialmente, não é muito agradável estarmos a falar com alguém a olhar para o telemóvel. Se a pessoa deixa de ver esse limite, é problemático.
Parece que começa a ser o novo normal.
Sim. Vemos pessoas que vão com o telemóvel para a cama em vez de estarem a namorar com o companheiro ou companheira. É uma alienação. E depois há reações disfóricas, bruscas, em que alguém deita o telefone da outra pessoa fora. Parece uma coisa louca, mas há uma lógica.
Que situações lhe chegam ao consultório?
Geram discussões, sobretudo entre pais e filhos. Temos os casos das pessoas que, quando estão descompensadas, se refugiam no telemóvel, e casos de pessoas que têm reações agressivas contra o telemóvel dos outros: veem o objeto como algo intrusivo que retira a atenção
numa relação.
E sentimentos de culpa, a pessoa querer agarrar o telemóvel mas tentar resistir para estar presente?
Também acontece, naturalmente que emergem uma série de sentimentos.
A maioria das crianças em Portugal tem telemóvel a partir dos dez anos. É cedo?
É muito cedo. Eu, pessoalmente, acho que não se deve dar antes dos 14 anos. Admito que possa ser usado mais cedo, sob controlo parental, quando é preciso, por exemplo se se vai estar fora, aí aos 12 anos. Agora, antes dos 12 anos. penso que não é recomendável que uma criança esteja sempre agarrada ao telemóvel.
Na preparação da personagem de Jackson Maine, um dos protagonistas de “Assim Nasce Uma Estrela”, Bradley Cooper, ator e realizador do filme, contou com os conselhos de Eddie Vedder, com quem passou alguns dias em Seattle.
Bradley Cooper contou mesmo que o vocalista dos Pearl Jam foi a sua inspiração para esta personagem.
Durante o festival Innings, em Tempe, no estado norte-americano do Arizona, Eddie Vedder presenteou os seus fãs com uma interpretação de uma das músicas do filme.
Trata-se da canção que aparece no início da história, quando Jackson (Bradley Cooper) conhece Ally (Lady Gaga) num bar.
Durante uma prova desportiva, um comentador da RTP pensou que estava no programa Passadeira Vermelha e resolveu dar a sua opinião sobre as tatuagens da atleta Ewa Swoboda… considerando mesmo que é uma doença global. A “doente” acabou por ganhar a medalha de ouro… INCRÍVEL! 😮