A GNR vai realizar, entre sexta-feira e domingo, uma operação de fiscalização para sensibilizar os condutores para a circulação rodoviária pela via mais à direita, indicou hoje a corporação.
Em comunicado, a Guarda Nacional Republicana refere que a operação, denominada "Via Livre", vai realizar-se em todo o país através de militares dos comandos territoriais e da Unidade Nacional de Trânsito.
Segundo aquela força de segurança, a operação de fiscalização visa "evitar a circulação de veículos pela via do meio ou da esquerda, sem que exista tráfego na via mais à direita das autoestradas e vias reservadas a automóveis e motociclos".
Esta conduta, precisa a GNR, provoca "constrangimentos à segurança rodoviária e à fluidez do tráfego, o que muitas vezes motiva a ocorrência de comportamentos desviantes e o cometimento de outras infrações por parte dos restantes condutores, potenciando as ultrapassagens pela direita ou a redução brusca da velocidade", fatores que aumentam as possibilidades de ocorrência de acidentes.
A GNR refere ainda que tem dedicado o seu esforço na consciencialização dos utentes da via para a não adoção de comportamentos de risco, que constituam uma ameaça para a segurança dos condutores, passageiros e peões, procurando assim reduzir os índices de sinistralidade.
Estes dois homens tinham uma travessa de paella mais larga do que a porta pela qual tinham de passar para chegar até ao salão, onde iam servir este prato delicioso da gastronomia valenciana.
Fique atento à solução arranjada por eles… e assim se tornam conhecidos por toda a Internet em poucos segundos!
Alguns amigos descobriram uma falha nos terminais de self service do McDonald’s que permite (ou permitia) encomendar hambúrgueres sem pagar. Os jovens não usaram nenhum método ilegal, simplesmente combinaram algumas promoções que através de uma falha do sistema coloca a compra com valores negativos.
Como efetuaram a compra nos terminais, o funcionário apenas se limita a entregar ao cliente o que surge ecrã, sem perceber que não pagaram nada pelos produtos. O vídeo foi partilhado no passado domingo e soma mais de um milhão de visualizações.
Era mais um dia de ecografias para Mónica Vega, que se preparava para ter o terceiro filho, numa altura em que estava a poucas semanas do parto.
No exame a mulher descobriu que a sua bebé estava a desenvolver no seu abdómen um feto menor, com um cordão umbilical próprio e com líquido amniótico, como conta o site espanhol 20 Minutos. Estavam perante um caso de fetus in fetu, quando o corpo de um bebé se desenvolve dentro de outro que está a crescer normalmente.
Este caso, é um fenómeno muito raro, conhecido também como “gémeo parasita”, que ocorre a cada milhão de nascimentos, e normalmente só se consegue detetar no pós-parto.
Contudo, desta vez o caso foi descoberto quando o bebé ainda estava no útero da mãe, tornando-se assim um caso único no mundo.
Com 37 semanas, Monica Vega foi submetida a uma cesariana, para evitar que o feto se desenvolvesse e afetasse os órgãos da bebé.
Depois de nascer, a recém-nascida foi submetida a uma pequena cirurgia para retirar o feto formado, que não tinha extremidades, cérebro ou coração.
Segundo os estudos, o caso aconteceu porque a célula dos gémeos deve ser dividida após a primeira semana, para que tudo esteja normal.
Se isto ocorrer na segunda semana, as crianças que se formarão serão siamesas, contudo, desta vez, ocorreu ao 17º dia, o que fez com que a menina abrigasse o que seria o seu irmão gémeo, no próprio ventre.
[ VÊ O VIDEO ] Um camionista português, da zona de Vila Verde (Braga), viveu um autêntico inferno juntamente com a sua esposa, para tentar sair de Marrocos.
Junto à fronteira, na zona de Nador, vários grupos de migrantes tentavam escalar e invadir o camião para vir para a Europa. Grande parte das roupas, ferramentas e outros pertences desta família ficaram por lá espalhados no chão.
Eles abriam malas e viravam tudo para se esconderem lá dentro. A senhora, descrita como uma “mulher de cojones”, chegou a pegar nas armas que tinha à mão para os escorraçar, qual camionista de Aljubarrota.
A polícia estava por lá mas não conseguia fazer nada para travar os migrantes. Logo que a polícia passava para um lado os gajos escalavam por outro. Dois chegaram a ser atropelados porque a confusão era enorme.
Uma situação perigosa para todos os envolvidos e que se está a tornar cada vez mais frequente em vários pontos de entrada da Europa e entre a França e Reino Unido.
Este roubo ocorreu no passado dia 12 de fevereiro em Thrapston, na Inglaterra, com dois ladrões a levarem um BMW M140i com recurso a uma técnica onde conseguem hackear o sistema do carro, como já vimos noutras ocasiões, só que com a diferença: foi aperfeiçoada, de tal forma que em 20 segundos desapareceram com o carro.
Basicamente, consiste em aproveitar uma vulnerabilidade do sistema de arranque sem chave dos veículos mais modernos para desbloquear as portas do carro e ligar o motor repetindo o sinal da chave do proprietário, que se encontra no interior da casa.
É por isso que se recomenda aos donos de veículos com este sistema sem chave, que afastem as suas chaves de perto da porta de casa, inclusive as coloquem no interior do micro-ondas, frigorífico ou até mesmo as embrulhem em prata, tudo para diminuírem o sinal da mesma, e assim dificultarem o acesso aos ladrões.
Eis mais uma aula de geografia, diretamente do programa “First Dates”, da TVI, onde uma concorrente nos ensina que a Eslováquia fica na Hungria. Mais palavras para quê?! 😄
Recentemente, o presidente eleito da Venezuela, Nicolás Maduro, disse que o seu país não precisa de ajuda humanitária, porque não há fome. Porém, esta semana, abandonou uma entrevista quando foi confrontado com a realidade.
Após algumas questões feitas ao presidente venezuelano, que não teriam sido do seu agrado, uma equipa de jornalistas da Univisión acabou mesmo detida durante três horas, no palácio presidencial de Miraflores.
Além das questões que incomodaram Maduro, a gota de água foi quando mostraram um vídeo impactante. Através das imagens, os jornalistas confrontaram Maduro com o facto de haver jovens a irem procurar comida aos camiões de recolha de lixo.
“Depois de aproximadamente 17 minutos de entrevista não gostaram das perguntas que estávamos a fazer sobre a falta de democracia na Venezuela, sobre a tortura, os prisioneiros políticos e a crise humanitária que se está a viver. O presidente levantou-se e decidiu sair depois de ter sido confrontado com um vídeo. Imediatamente, o ministro Jorge Rodríguez veio dizer-nos que a entrevista não estava autorizada e confiscaram-nos todo o equipamento. A equipa esteve durante duas horas num quarto de segurança, com as luzes apagadas”, contou o jornalista mexicano Jorge Ramos.